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O APITO DO CARTEIRO

Com as mídias sociais estamos sempre em ‘contato’ com todos, mas já não sabemos nada sobre aqueles que amamos.

O VELÓRIO DO DITIAN

Vivenciar o adeus aos amigos em um velório, pode nos levar a perguntar que tipo de adeus estamos dando. SÉRIE FINITUDE HUMANA 4 de 4.

SÓ UMA CASCA

A morte nos espreita sempre. Recusamos a dar-nos conta disso, fugindo até mesmo da morte dos outros. SÉRIE FINITUDE HUMANA 3 de 4.

MORTE DO LEITEIRO

Esse poema, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1945, tem um significado atual nos dias de hoje, onde bala de revólver que mata bandido, também mata inocentes. SÉRIE FINITUDE HUMANA 2 de 4.

A FOICE AFIADA

Queremos dar sentido à morte, definir a idade justa para se morrer, mas a velha senhora não conversa, passa a foice. SÉRIE FINITUDE HUMANA 1 de 4.

JARDIM SEM MUROS

Pensamos tanto só em nós mesmos que não sobra um tempinho para alegrar a vida dos que estão passando por nós, nem que seja só com um pequeno jardim.

Nilson Giraldi

Queria mesmo era ser um cutucador, provocar cada um a pensar nas coisas simples do cotidiano, a fim de evitar a ambiguidade das ações, mesmo as mais simples. Mas acho que sou mesmo só um estudioso, um curioso que valoriza o que pode aprender com os outros. Um espírito que não consegue ficar quieto.

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