O ETERNO AMOR DE MÃE.

Por quanto tempo uma mãe pode amar um filho? A vida toda, ou mais que isso?

“PURA FIDE”.

Com a pandemia passamos a olhar o outro com olhos desconfiados. Como será depois que ela passar?

QUARENTENA.

O coronavírus nos obriga a ficar em casa, mas também nos possibilita vivenciar, de uma ou outra forma, uma imersão na família.

JANELAS FECHADAS

A sabedoria do povo simples sendo criativa para livrar-se das imposições familiares e da sociedade.

A CAMINHO DO LADO DE LÁ.

A morte é certa e não sabemos o que vamos encontrar, mas cada qual vai inventando uma forma de se preparar.

A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA.

A violência, nossa companheira certa no cotidiano, em todas as suas formas.

DUAS TATURANAS.

Num mundo sem espaço para o sofrimento e na exigência de uma felicidade constante, vamos tentando driblar a morte.

A MARRETA DO DOCE SANGUE.

Estamos sempre a caminho de algo inusitado, inclusive do fim. A forma como conduzimos este caminhar é que faz a diferença.

SEU JÚLIO, O BARBEIRO DO ONTEM.

Seu Júlio encontra motivação para os seus dias de aposentadoria e reflete sobre o sentido da vida, que ele foi aparando na profissão de barbeiro.

UM CERTO CAPITÃO.

A relação doméstica e social, com seus desajustes, sugere a violência contra si próprio e contra outros como forma de harmonizar os conflitos, sem contudo chegar a qualquer solução.

FURNA DOS OSSOS.

Você encontra uma boa história na Furna dos Ossos e um caminho melhor ainda.

PURO AZAR.

É muito comum amigos estarem em dificuldades. Também é comum nos afastarmos deles. Isso tem motivo?

D A P A Z

O dia mundial da Paz é uma oportunidade para uma reflexão sobre qual paz estamos buscando.

A PERNAMBUCANA QUE MANDOU O CHICO LER.

Saber que os livros de Paulo Freire foram parar no Vaticano, renova esperanças.

DESFAZENDO O COTIDIANO

Nessa atribulação por estar sempre fazendo algo, precisamos nos tornar profissionais do desfazer.

NATAL

Final de ano, natal! Apesar das distrações que fomos criando, ainda é tempo de pensar nossas vidas, avaliar nossas ações.

CACTUS NO TELHADO

Nem sempre os humanos precisamos ser o centro ou o fim de tudo o que existe na natureza .

O APITO DO CARTEIRO

Com as mídias sociais estamos sempre em ‘contato’ com todos, mas já não sabemos nada sobre aqueles que amamos.