O Cotidiano

FUGA DA REALIDADE.

Mesmo os mais equilibrados, necessitam de uns momentos de fuga da realidade, principalmente numa situação de quarentena.

TÁ FALTANDO O CHEIRINHO.

O distanciamento social nos priva da presença dos amigos, mas também do calor de um abraço.

A DOENÇA DA TITIA

O convívio com um doente pode nos trazer pensamentos sobre as relações humanas e os sentimentos de empatia e solidariedade.

A MARGEM DO MEIO DO RIO.

Sempre buscamos uma fuga para a rotina do dia a dia. Talvez isso seja possível, talvez só uma fantasia.

TRENZINHO INQUIETO

Nosso pensamento vai ao vento, perguntando se em outros lugares nossos males poderiam não existir. Ou poderiam não existir aqui mesmo?

UM TAL DE NORMAL.

Se já é difícil algo “normal”, numa situação de crise, piorou. O que sobra, então?

O LEÃO VAI PEGAR VOCÊ.

Quando a tragédia está se aproximando, podemos negá-la, minimizá-la, mas é sempre prudente estar prontos para ela.

O TESTAMENTO DO ANDROIDE.

Velório é um ambiente muito propício para testarmos nossas habilidades sociais, mesmo se nem humano formos.

BALCÃO DE BAR.

A fim de enfrentar as dores do cotidiano, inventamos práticas que se tornam rotinas que nos escravizam. E a vida segue.

O ETERNO AMOR DE MÃE.

Por quanto tempo uma mãe pode amar um filho? A vida toda, ou mais que isso?

JANELAS FECHADAS

A sabedoria do povo simples sendo criativa para livrar-se das imposições familiares e da sociedade.

A CAMINHO DO LADO DE LÁ.

A morte é certa e não sabemos o que vamos encontrar, mas cada qual vai inventando uma forma de se preparar.

A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA.

A violência, nossa companheira certa no cotidiano, em todas as suas formas.

DUAS TATURANAS.

Num mundo sem espaço para o sofrimento e na exigência de uma felicidade constante, vamos tentando driblar a morte.

A MARRETA DO DOCE SANGUE.

Estamos sempre a caminho de algo inusitado, inclusive do fim. A forma como conduzimos este caminhar é que faz a diferença.

SEU JÚLIO, O BARBEIRO DO ONTEM.

Seu Júlio encontra motivação para os seus dias de aposentadoria e reflete sobre o sentido da vida, que ele foi aparando na profissão de barbeiro.

UM CERTO CAPITÃO.

A relação doméstica e social, com seus desajustes, sugere a violência contra si próprio e contra outros como forma de harmonizar os conflitos, sem contudo chegar a qualquer solução.

PURO AZAR.

É muito comum amigos estarem em dificuldades. Também é comum nos afastarmos deles. Isso tem motivo?