O Cotidiano

O ETERNO AMOR DE MÃE.

Por quanto tempo uma mãe pode amar um filho? A vida toda, ou mais que isso?

JANELAS FECHADAS

A sabedoria do povo simples sendo criativa para livrar-se das imposições familiares e da sociedade.

A CAMINHO DO LADO DE LÁ.

A morte é certa e não sabemos o que vamos encontrar, mas cada qual vai inventando uma forma de se preparar.

A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA.

A violência, nossa companheira certa no cotidiano, em todas as suas formas.

DUAS TATURANAS.

Num mundo sem espaço para o sofrimento e na exigência de uma felicidade constante, vamos tentando driblar a morte.

A MARRETA DO DOCE SANGUE.

Estamos sempre a caminho de algo inusitado, inclusive do fim. A forma como conduzimos este caminhar é que faz a diferença.

SEU JÚLIO, O BARBEIRO DO ONTEM.

Seu Júlio encontra motivação para os seus dias de aposentadoria e reflete sobre o sentido da vida, que ele foi aparando na profissão de barbeiro.

UM CERTO CAPITÃO.

A relação doméstica e social, com seus desajustes, sugere a violência contra si próprio e contra outros como forma de harmonizar os conflitos, sem contudo chegar a qualquer solução.

PURO AZAR.

É muito comum amigos estarem em dificuldades. Também é comum nos afastarmos deles. Isso tem motivo?

D A P A Z

O dia mundial da Paz é uma oportunidade para uma reflexão sobre qual paz estamos buscando.

DESFAZENDO O COTIDIANO

Nessa atribulação por estar sempre fazendo algo, precisamos nos tornar profissionais do desfazer.

NATAL

Final de ano, natal! Apesar das distrações que fomos criando, ainda é tempo de pensar nossas vidas, avaliar nossas ações.

CACTUS NO TELHADO

Nem sempre os humanos precisamos ser o centro ou o fim de tudo o que existe na natureza .

O APITO DO CARTEIRO

Com as mídias sociais estamos sempre em ‘contato’ com todos, mas já não sabemos nada sobre aqueles que amamos.

O VELÓRIO DO DITIAN

Vivenciar o adeus aos amigos em um velório, pode nos levar a perguntar que tipo de adeus estamos dando. SÉRIE FINITUDE HUMANA 4 de 4.

SÓ UMA CASCA

A morte nos espreita sempre. Recusamos a dar-nos conta disso, fugindo até mesmo da morte dos outros. SÉRIE FINITUDE HUMANA 3 de 4.

MORTE DO LEITEIRO

Esse poema, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1945, tem um significado atual nos dias de hoje, onde bala de revólver que mata bandido, também mata inocentes. SÉRIE FINITUDE HUMANA 2 de 4.

A FOICE AFIADA

Queremos dar sentido à morte, definir a idade justa para se morrer, mas a velha senhora não conversa, passa a foice. SÉRIE FINITUDE HUMANA 1 de 4.