O Cotidiano

O ÚLTIMO ANIVERSÁRIO.

Não quero dar-me por morto; ainda há um tantinho de resfolegar que me cabe.

A FESTA DOS PORCOS.

A simplicidade da vida possibilitava uma infância interessante e acontecimentos inesquecíveis. A pasteurização da vida atual inviabiliza o inusitado e o inesquecível.

A TITIA QUERIA DANÇAR.

O convívio com um doente pode nos trazer pensamentos sobre as relações humanas e os sentimentos de empatia e solidariedade.

SEGREDOS DA VELHICE.

As opções que fizemos ao longo da nossa vida, quem mesmo é que as fez por nós?

UM FULANO DEREPENTE.

A ocupação de espaços sociais move as pessoas nas suas escolhas e formas de vida.

INÚTIL ESTAMPIDO.

O desagradável do suicídio é que o corpo nunca tomba numa posição decente; já avisaram!

FEITO BICHO.

Com a cultura e a civilização, as pessoas estão em constante busca de se distanciar da sua origem animal, mas algo resta por resolver nesta tentativa.

O APITO DO CARTEIRO

Com as mídias sociais estamos sempre em ‘contato’ com todos, mas já não sabemos nada sobre aqueles que amamos.

D A P A Z

O dia mundial da Paz é uma oportunidade para uma reflexão sobre qual paz estamos buscando.

UM MÍNIMO DE DONA LAZINHA

É possível a ideia de que a finitude possa ser um aglomerado de boas coisas, ao invés de ser o fim de nossas vidas?

A APOSENTADORIA DO NOÉ.

Os comportamentos humanos diversificam-se e a segurança de certo-errado, dá lugar ao acolhimento das diferenças.

O LARÁPIO E O IMBECIL.

“não é tão culpado o ladrão que rouba, mas o imbecil que se deixa roubar”.

CANDIDATO COM ADVÉRBIO.

Texto 8 – Trezentas palavras para descascar a cebola do discurso político.