A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA.

A violência, nossa companheira certa no cotidiano, em todas as suas formas.

DUAS TATURANAS.

Num mundo sem espaço para o sofrimento e na exigência de uma felicidade constante, vamos tentando driblar a morte.

A MARRETA DO DOCE SANGUE.

Estamos sempre a caminho de algo inusitado, inclusive do fim. A forma como conduzimos este caminhar é que faz a diferença.

SEU JÚLIO, O BARBEIRO DO ONTEM.

Seu Júlio encontra motivação para os seus dias de aposentadoria e reflete sobre o sentido da vida, que ele foi aparando na profissão de barbeiro.

UM CERTO CAPITÃO.

A relação doméstica e social, com seus desajustes, sugere a violência contra si próprio e contra outros como forma de harmonizar os conflitos, sem contudo chegar a qualquer solução.

FURNA DOS OSSOS.

Você encontra uma boa história na Furna dos Ossos e um caminho melhor ainda.

PURO AZAR.

É muito comum amigos estarem em dificuldades. Também é comum nos afastarmos deles. Isso tem motivo?

D A P A Z

O dia mundial da Paz é uma oportunidade para uma reflexão sobre qual paz estamos buscando.

A PERNAMBUCANA QUE MANDOU O CHICO LER.

Saber que os livros de Paulo Freire foram parar no Vaticano, renova esperanças.

DESFAZENDO O COTIDIANO

Nessa atribulação por estar sempre fazendo algo, precisamos nos tornar profissionais do desfazer.

NATAL

Final de ano, natal! Apesar das distrações que fomos criando, ainda é tempo de pensar nossas vidas, avaliar nossas ações.

CACTUS NO TELHADO

Nem sempre os humanos precisamos ser o centro ou o fim de tudo o que existe na natureza .

O APITO DO CARTEIRO

Com as mídias sociais estamos sempre em ‘contato’ com todos, mas já não sabemos nada sobre aqueles que amamos.

O VELÓRIO DO DITIAN

Vivenciar o adeus aos amigos em um velório, pode nos levar a perguntar que tipo de adeus estamos dando. SÉRIE FINITUDE HUMANA 4 de 4.

SÓ UMA CASCA

A morte nos espreita sempre. Recusamos a dar-nos conta disso, fugindo até mesmo da morte dos outros. SÉRIE FINITUDE HUMANA 3 de 4.

MORTE DO LEITEIRO

Esse poema, de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1945, tem um significado atual nos dias de hoje, onde bala de revólver que mata bandido, também mata inocentes. SÉRIE FINITUDE HUMANA 2 de 4.

A FOICE AFIADA

Queremos dar sentido à morte, definir a idade justa para se morrer, mas a velha senhora não conversa, passa a foice. SÉRIE FINITUDE HUMANA 1 de 4.

JARDIM SEM MUROS

Pensamos tanto só em nós mesmos que não sobra um tempinho para alegrar a vida dos que estão passando por nós, nem que seja só com um pequeno jardim.