O Cotidiano

UM TAL DE NORMAL.

Se já é difícil algo “normal”, numa situação de crise, piorou. O que sobra, então?

O LEÃO VAI PEGAR VOCÊ.

Quando a tragédia está se aproximando, podemos negá-la, minimizá-la, mas é sempre prudente estar prontos para ela.

O TESTAMENTO DO ANDROIDE.

Velório é um ambiente muito propício para testarmos nossas habilidades sociais, mesmo se nem humano formos.

O ETERNO AMOR DE MÃE.

Por quanto tempo uma mãe pode amar um filho? A vida toda, ou mais que isso?

DUAS TATURANAS.

Num mundo sem espaço para o sofrimento e na exigência de uma felicidade constante, vamos tentando driblar a morte.

PURO AZAR.

É muito comum amigos estarem em dificuldades. Também é comum nos afastarmos deles. Isso tem motivo?

CACTUS NO TELHADO

Nem sempre os humanos precisamos ser o centro ou o fim de tudo o que existe na natureza .

O VELÓRIO DO DITIAN.

Vivenciar o adeus aos amigos em um velório, pode nos levar a perguntar que tipo de adeus estamos dando. SÉRIE FINITUDE HUMANA 4 de 4.

SÓ UMA CASCA.

A morte nos espreita sempre. Recusamos a dar-nos conta disso, fugindo até mesmo da morte dos outros. SÉRIE FINITUDE HUMANA 3 de 4.

A FOICE AFIADA

Queremos dar sentido à morte, definir a idade justa para se morrer, mas a velha senhora não conversa, passa a foice. SÉRIE FINITUDE HUMANA 1 de 4.